Proteção que não evolui, falha
- Karina Willemann

- 12 de dez. de 2025
- 1 min de leitura
Não somos dinossauros, nem a segurança eletrônica deve ser.
Quando falamos em tecnologias para proteção, de nada adianta se a conversa só vai até o fax ou à central analógica de monitoramento. A atualização dos sistemas, desde alarmes e controles de acesso às câmeras de CFTV podem envolver falhas enquanto ainda são considerados funcionais.
Mas a eficácia dessas soluções não vem só do equipamento em si.
É necessário ter uma integração inteligente, que inclua atualização constante entre hardware, software e processos operacionais. Um sensor moderno pode alertar em segundos, mas se não houver protocolos claros ou análises regulares, o risco continua.
É a convergência entre dados, conectividade e tomada de decisão que transforma proteção em prevenção, e não apenas reação.
Hoje, soluções baseadas em inteligência artificial e monitoramento remoto permitem identificar padrões antes que se tornem incidentes, garantindo segurança, agilidade e confiança.
E foi isso que busquei e continuo investindo em minha carreira: conversar com o momento em que vivemos. Afinal, enquanto os recursos se desenvolvem, a operação deve seguir a mesma linha do tempo.


Comentários