Quando segurança e crise falam a mesma língua
- Karina Willemann

- 2 de dez. de 2025
- 1 min de leitura

Já notaram que muitas empresas têm um “passo-a-passo” para agir durante um imprevisto, mas poucas realmente treinam para reagir quando ele chega.
O problema é que a diferença entre quem sofre o impacto e quem se mantém de pé está, justamente, na integração física, digital e humana.
Não adianta ter câmera de alta resolução se a informação não chega rápido a quem decide. Nem adianta ter firewall se o acesso físico é vulnerável.
Até porque, segurança sem diálogo é só sensação de controle.
Quando TI, segurança e gestão de crises operam em sintonia, cada segundo conta. A tecnologia detecta, o time interpreta e a resposta acontece.
Esse é o ponto: antecipar o erro antes que ele se transforme em manchete.
Vi muita operação ruir por falta de coordenação e outras renascerem porque a comunicação funcionou.
No fim, a verdadeira proteção é aquela que mantém a empresa viva mesmo quando o sistema entra em teste.


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