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Empresas criam adultos dependentes

Quando líderes centralizam decisões, punem erros e exigem aprovações desnecessárias, os colaboradores deixam de confiar no próprio julgamento e passam a esperar autorização para agir. Isso gera um ciclo: quanto mais a liderança controla, menos autonomia as pessoas desenvolvem — e quanto menos autonomia demonstram, mais a liderança controla.

Esse problema ultrapassa o ambiente interno e chega ao cliente, causando lentidão, burocracia, perda de oportunidades e atendimento pouco resolutivo.

O RH e as lideranças têm papel fundamental na mudança: é preciso valorizar decisões bem fundamentadas, aceitar erros dentro de limites razoáveis e criar espaço para que profissionais assumam responsabilidades.

A principal reflexão do texto é: uma empresa pode estar formando profissionais para decidir ou, sem perceber, treinando-os para sempre esperar por alguém que decida por eles.

O silêncio que todo executivo teme

O texto fala sobre como muitos líderes de alto desempenho usam uma agenda cheia para evitar encarar a própria companhia. Ao chegar ao topo, podem perceber um vazio que conquistas, equipes e reconhecimento externo não conseguem preencher.

A principal reflexão é a diferença entre solidão e solitude: estar sozinho não significa estar abandonado. Aprender a estar em paz consigo mesmo, sem depender de validação, pessoas ou distrações, seria uma das competências mais difíceis — e importantes — para quem construiu uma vida cercada de gente.

É essa reflexão que dá origem ao livro “A Arte de Viver Só (e Feliz)”, voltado para quem aprendeu a construir uma vida cheia, mas ainda não aprendeu a desfrutar da própria companhia.

Empresas também desenvolvem traumas

O artigo destaca que esse comportamento impacta diretamente o desempenho da organização. Equipes desacreditadas tendem a aderir menos às mudanças, apresentar menor engajamento, maior desgaste emocional e, consequentemente, oferecer uma experiência inferior ao cliente. A experiência do colaborador (EX) influencia diretamente a experiência do cliente (CX).

Ele mora com você. E você já não o conhece.

Uma reflexão sobre o distanciamento silencioso entre pais e filhos na era digital, mostrando como a reconstrução dos vínculos familiares depende menos de autoridade e mais de presença, escuta e conexão emocional.

O sabor da política econômica

O artigo analisa os desafios da política econômica brasileira, abordando o equilíbrio das contas públicas, educação, gestão e liderança como fatores essenciais para promover crescimento sustentável e enfrentar os obstáculos do cenário nacional.

LinkeDisney ou papo reto?

Uma análise sobre a autenticidade no LinkedIn e nas relações profissionais, propondo um equilíbrio entre compartilhar conquistas e revelar os desafios que fazem parte do desenvolvimento de pessoas e organizações.

E se você considerasse a IA como Inteligência Ampliada e não Artificial?

Uma reflexão sobre como a Inteligência Artificial pode ampliar o potencial humano em vez de substituí-lo, destacando a importância do pensamento crítico, da criatividade e do uso consciente da tecnologia na tomada de decisões.

Você é um executivo do saibro, da quadra rápida ou da grama?

Utilizando uma analogia com o tênis, o artigo apresenta diferentes perfis de liderança e mostra como a capacidade de adaptação aos cenários e desafios do mercado é essencial para construir resultados sustentáveis.

Como Conviver com Pessoas Difíceis

Uma reflexão sobre convivência, diálogo e empatia, mostrando como reconhecer erros e buscar o consenso pode fortalecer relações pessoais e profissionais.

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